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15/03/2013
Seguros de pessoas

Presidente do CVG-SP acredita no crescimento de seguros de pessoas

Em 2012, o ramo de pessoas (incluindo vida, VGBL, PGBL e previdência privada) arrecadou R$ 92 bilhões, atingindo crescimento de 27% em relação 2011 e participação de 59% do mercado, de acordo com dados divulgados pela Siscorp Serviços Corporativos. O levantamento também mostrou que a capitalização cresceu 18% no ano passado, com faturamento de R$ 16,6 bilhões. Para o diretor presidente da Siscorp, Flávio Faggion Júnior, o crescimento expressivo dos produtos para pessoas e capitalização é resultado do aumento de poder de compra da população, principalmente nas classes de menor renda.

Outro fator, segundo ele, é a estratégia bancária de aumentar o foco na comercialização de produtos do mercado segurador, como alternativa para minimizar os efeitos das reduções das taxas de juros. O presidente do CVG-SP, Dilmo Bantim Moreira, concorda com Faggion, acrescentando que o desempenho da economia será o balizador do desenvolvimento do ramo.

“Se a economia se mantiver em crescimento, haverá melhoria de renda, maior geração de empregos, aumento da classe média e, consequentemente, maior demanda por seguros”, diz. Por outro lado, reconhece que haverá desafios ao setor em razão da queda da taxa de natalidade e aumento da expectativa de vida. Previsões otimistas. Também os dados divulgados pela Susep confirmam o bom desempenho do ramo de pessoas em 2012. Entre janeiro e novembro de 2012, segundo apurou a superintendência, o ramo de pessoas cresceu 27,7% ante igual período do ano anterior.

O seguro de vida individual cresceu 31,1% no ano passado, perdendo apenas para o VGBL que cresceu 43,1% no último ano. Já a capitalização manteve bom desempenho com as contribuições aumentando 17,8% de janeiro a novembro de 2012 contra igual período de 2011, porém, abaixo dos 19,2% de 2011 sobre igual período de 2010. O professor na Escola Nacional de Seguros, João Paulo Mello, declarou ao site Tudo sobre Seguros que o maior destaque neste ano deverá ser o seguro de pessoas.

“Aqui talvez resida um dos maiores potenciais de crescimento do mercado nacional, pois ainda não conseguimos deslanchar nos microsseguros e tampouco aproveitar o momento de mobilidade social que o país vive”, disse. Ele comentou, ainda, que apesar de 2012 não ter sido bom para a economia, com expectativa de crescimento do PIB sobre o ano anterior em torno de 1% e a inflação transpondo 5%, para o mercado de seguros o período não foi tão ruim. “Estudos da CNSeg apontam estimativa de crescimento da arrecadação do total de seguros privados em torno de 19% (real de 13%), com a participação no PIB beirando os 4%”, observou.

Para o presidente do CVG-SP, embora o crescimento do PIB tenha ficado abaixo da expectativa no último ano, neste a estimativa mais otimista, em torno de 3%. “Ainda que não seja no patamar esperado, a economia deverá crescer e também o seguro, sobretudo o ramo de pessoas, que se desenvolve na medida do poder de consumo da população”, afirma.

Fonte: CVG-SP

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